Temer na cadeia Aécio na cadeia

Temer na cadeia Aécio na cadeia
Copiem e colem em seus perfis

sábado, 21 de setembro de 2013

ATAQUE A SHOPPING NO QUÊNIA DEIXA 20 MORTOS

ATAQUE TERRORISTA NO QUÊNIA DEIXA 20 MORTOS

 




ATAQUE TERRORISTA NO QUÊNIA DEIXA 20 MORTOS

Um ataque terrorista está acontecendo no Quênia e já deixou pelo menos 20 mortos até agora.

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR
21/09/2013

VÍDEO DO ATENTADO NO JORNAL COLUNA DIAMANTE:

sábado, 14 de julho de 2012

O GOLPE DA ANTOLOGIA



Em 2011 esse sujeito conhecido como PAULINHO DHI ANDRADE, que deve se chamar na verdade PAULO CÉSAR BOMFIM até onde sei fez uma proposta na comunidade NOVA ORDEM DA POESIA, no Orkut, tinha inclusive um site de uma tal "EDITORA MADRE", que não se encontra mais no ar através do qual ainda fez um concurso entre nós, a época 37 poetas, de vários Estados do Brasil. 

De lá pra cá deu números de conta, uma dele e outra de uma suposta GRAFISSET, que, segundo ele, se recusa a devolver o dinheiro depois que o Paul Bomfim dexistiu de fazer a tal Antologia Poética, a qual fui convidado a participar por depoimento e trocamos e-mails, onde enviei poemas e fiz o depósito de 70 reais na conta da Grafisset. Muitos poetas pagaram mais de 70, deram 100, 200 reais, ou até mais para que o número de livros fosse aumentado.

O acordo inicial seria o Paulo Bomfim dar metade do dinheiro à Editora e a gente a outra metade, e cada um receberia de 3 a 10 livros, no meu caso particular seria 10, e o número de poesias seria o mesmo número de livros que cada um receberia. A gente venderia os livros e a metade do lucro seria novamente depositado na conta do Paulo ou da Grafisset para pagar o que ele gastaria.

Um detalhe deve ser lembrado, ele pediu que adiantássemos mais dinheiro mesmo quando já não criamos mais no andamento da antologia. Ele começou a dar desculpas de até amigos seus que tinham morrido, pelo menos uns 3 e de que ficara desempregado e tantas outras coisas e começou a falar no meio de um outros projetos de chamados "MULHERES NUAS" e "HOMENS APAIXONADOS" e usou como desculpa que  lançamento do livro seria junto com o lançamento desses outros projetos em São Paulo e começou a convidar os 37 poetas para ir.

Acontece que até o local que ele tinha conseguido já não estaria mais disponível e ele teria que arranjar patrocínio agora. Mas, o pior é que tudo acontecia ao mesmo tempo, até um tal de ALESSANDRO em que ele vem falando muito teria ficado doente quando o Paulo supostamente iria falar com ele e depois era o Paulo que ficaria doente, ora gripado, ora deprimido pelas mortes desses amigos, ora o tal Alessandro nunca estava na tal gráfica, de modo que em um ano não conseguiam mais se encontrar.

Após um ano nessa enrolação fica mais do que claro que isso foi um golpe, O GOLPE DA ANTOLOGIA, em que o sujeito brincou com o sonho de vários poetas amadores de publicar um livro e ainda se faz de vítima quando todos nós cobramos, chegando a dizer que isso até ASSÉDIO MORAL era quando dei o ultimato de processá-lo por estelionato, danos morais, danos pessoais, 171 e uso de má fé. 

Não é justo que esse sujeito de má-fé saia impune. Este historiador que voz escreve o faz para que esse caso não se repita mais com ninguém. E que a notícia se espalhe pelo mundo para que esse tal PAULINHO DHI ANDRADE OU PAULO BOMFIM nunca mais repita a dose de ficar com dinheiro de ninguém.

AROLDO FILHO
Historiador cearense criador do 1° Aquivo Público do interior do Nordeste, Arquivo Municipal José Audízio de Sousa. Criador do Jornal Delfos-CE. Sócio do Instituto Desenvolver. Criador da Associação Cultural SEMPRE. Criador da exposição histórica Pacoy: uma HISTÓRIA em documentos.
15/07/2012

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

ARQUIVO PÚBLICO DE PACOTI

ARQUIVO PÚBLICO DE PACOTI

Ontem, 09/02/2009 foi assinado pelo prefeito de Pacoti, Rômulo Cruz Gomes, o projeto de lei para a criação do Arquivo Público municipal da cidade em uma reunião com Francisco Levi Jucá, presidente da SEMPRE.

A SEMPRE é uma associação sem fins lucrativos criada com o intuito de realizar alguns projetos culturais, como: a implementação de um Museu, ideia de José Aroldo Gonzaga Arruda Filho, a elaboração de um livro didático sobre o Município de Pacoti, idealizado e pesquisado por Maria Rosimar Brito Arruda, entre outros que visam o resgate histórico e valorização cultural da história local. 

O principal objetivo da SEMPRE foi a criação do próprio Arquivo Público, ambos idealizados e criados por José Aroldo Gonzaga Arruda Filho, objetivo cumprido com o projeto de lei criado Por José Aroldo Gonzaga Arruda Filho, Maria Rosimar Brito Arruda e Francisco Levi Jucá Sales.

Algumas vantagens de um Arquivo: criação de alguns empregos diretos, uma nova área para pesquisa não só do município como do Maciço de Baturité, pois receberemos documentos sobre a Serra atualmente sobre a guarda do Arquivo Estadual em Fortaleza (rua Senador Pompeu com rua Senador Alencar), propagação do município, pois será o primeiro Arquivo Público do interior criado no Nordeste, consequentemente, elevação do turismo, o que gera empregos indiretos.

Já é uma primeira vitória do SEMPRE- Segmento dos Estudiosos do Patrimônio Regional.
AROLDO FILHO
Criador e idealizador da SEMPRE, do Arquivo Público de Pacoti e do Jornal Delfos, do qual é presidente.
Pacoti-Ceará,10/02/2009

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

REFORMA FONÉTICA

REFORMA FONÉTICA
Devemos melhorar o idioma brasileiro naforma escrita para facilitar o acesso à leitura e não para exaltar o ínfimo país Purtugau a fim de ser a língua mais falada. Isso é ilusão, uma abstração teatral dessa era de estadunização, ou estadunization, do mundo.
Que adianta acrescentar K, W e Y? 3 letras confusas que só dificultam as coisas? Mudar a estrutura das palavras superficialmente é babaquice. O que se deve é facilitar o idioma na forma fonética. Como, por exemplo: fazer S ter som de S e nunca de Z.
As reformas que eu faria:
Dígrafos:
SS, RR,LH, NH e CH saem.
No lugar de LH um simples LI ou LL como no Español.
NH substituído por Ñ español ou GN francê.
RR seria simplesmente R, para tanto o som "rá" (tremido) seria diferenciado do som "rrá" (arrastado).
O som "rá" reprensetado por e o "rrá" por H, como no Español e no English.
SS sendo apenas S, saindo o Ç do idioma e o Z assumindo dempre o seu lugar de direito.
CH passa a ser X em todas as vezes.
H:
H só será visto na forma do som de RR, mesmo no começo da palavra. Como: Hátor.
As palavras que portam o H mudo o perdem, como: HÁ que passaria ser simplesmente A.
G e J:
Para a confusão dessas letras acabarem é simples: onde for som JI, como em jade, se emprega o J e onde for som de GUI, se usa o G. Para isso, o GU como em guia, sumiria a letra U por faltar necessidade fonética.
Q:
Não há necessidade dessa letra ecistir. em seu lugar temos o C. No caso, QUEM seria CEM, sem o uso do U quando não for pronunciado.
X:
Essa é uma letra sobrecarregada.
ÊXTASE é uma palavra que não mudaria a vocalização se fosse escrito com S.
SINTAXE, essa seria escrita assim: "SINTÁCISE". Parece horrível, eu sei. Mas, se a pronúncia é essa, por que não escrevê-lo? Qual o problema?
XÍCARA é um caso perfeito do emprego real do X, o mesmo som que se confunde com CH, por isso o CH sairia e sempre seria X em seu lugar e não em outro. Ou seja, jamais se usaria essa letra quando um simples S resolvesse, ou um C, SC, CS.
C,S,D e B mudos:
Não há por que o C, S, D e B mudos continuarem assim, sempre receberão a letra I para acompanhar, antes ou depois, dependendo da necessidade:
E:
O E acentuado sumiria.
Onde fosse som de I se empregaria I, inclusive na letra solta, como no Italiani.
L e U:
Pra que L com som de U? Logo, onde o som for de U, que se ponha a letra correta.
M e N:
Antes de P, B ou qualquer outra que sempre o M, e também sempre no fim das palavras, sem exceção.
N só no começo da palavra e quando o M não puder substituí-lo, como em Ana.
Acentuação:
A acentuação poderia ser optativa; bota acento quem quiser.
Essas simseriam reformas de vergonha que corrigiriam o defeito entre grafia e sonoridade, ou fonema e escrita como preferirem os professores de Purtuguês. Nosso idioma não é Purtuguês de Purtugau e sim Brasileiro, composto de uma mescla muito extensa de povos nativos e migrantes dos quais somos descendentes.
Os purtugueses não são nossos únicos ancestrais. Não lhes devemos nada. Chega de europeización e purtugalização! Aposto que o purtuguês falado em cada país da África "purtuguesa" é diferente entre si, do nosso e do de Purtugau.
Um idioma forte não se faz só por quantidade de gente que o fale, quanto mais simples a forma mais fácil aprendê-lo. O idioma, assim como outros aspectos da cultura dominante, é forçadamente absorvido pleos fracos em nós, os fracos, no caso o Brasil, por fatores econômicos que geram em nós, os fracos, uma auto-estima tão ínfima quanto o tamanho de Purtugau.
Por causa dessa subjugação econômica, buscamos refúgios bóbus como a imitação de determinados aspectos que nos faz aparecer bobos, pois o somos. E somos palhaços, bobos da corte quando servimos aos snobs da "nobreza podre".
A nossa identidade se perde quando se pensa como Alencar, Machado de Assis e tantos outros, como os modernistas em que "temos que inventar o Brasil". Não, não temos que inventar o que existe, e sim que inverter certos valores como a moda induzida do eurocentrismo Italiani, Español, English, Francê e Purtuguês, e do restante.
Podemos ser originais uma vez na vida? Por que não adequar só quando for de forma racional? Não seria o correto?
MAGO DIÁFANO
Asabarcelri, 04/02/2009

NOVA ERA

NOVA ERA
Não são as invenções que transformam o mundo, são os homens que mudam. Essas divisão histórica é uma grande fraude.
A Idade Méida é agora, hoje. A luz elétrica não é aquilo que deu vida ao novo pensamento, pelo contrário, muitos dos antigos estavam além da nossa juventude tecnóloga em compreensão do real.
Se acabar a luz artificial, morrerão os livre-pensadores? Negativo. Continuarão vivos, pois as invenções não os criaram, eles é que entenderam as idéias e as tranfiguraram para projetos arquitetônicos.
Mesclar, essa palavra define o homem. todavia, não significa que sejamos a junção de todas as coisas, pois é ridícula a suposição. Até nossas idéias deságuam na junção, é só lembrar da teoria do Big-bang, em que a cabeça de um alfinete continha os elementos universais; que proposição terrível!
Somos grandes sintetizadores, mas também analistas. E nesse processo de síntese e análise é que se tornam possíveis as comparações racionais no intuito da engenharia de leis gerais específicas para que se compreenda a engrenagem complexa da vida.
O engendramento dos elementos cosmológicos só tem importância por existirmos seres pensantes, mais que isso, o importante é a vida.
E para manter a vida em nosso planeta é necessário seguir as leis naturais independentes de nós. Não somos livres em momento algum, a liberdade não existe.
Somos uma incógnita de teimosia, remamos contra a maré. Estamos sempre querendo aquilo que nos é negado. Por quê?
Para que tanta luta em prol de alçar o desconhecido se o tememos tanto? Veja a pena desperdiçar tantos neurônios em questões aparentemente intermináveis?
Pode até não valer a pena, pois é justamente o temor da morte que nos faz tão ferozes, tanto em se tratando de Religião, como de Filosofia, quanto na Ciência.
Os cientistas temem tanto a morte quanto os filósofos e religiosos, a diferença está no caminho percorrido para livrar-se do medo.
A Religião manipula a mente com fantásticas abstrações do real, a filosofia dá um passo a frente quando tenta entender o funcionamento das coisas e a Ciência tenta tocar tudo o que vê, destruindo tudo o que toca para reconfigurar e ser aclamada como a salvadora.
Não está na ora de pararmos essa busca por uma dita salvação que não passa de suposição? se ela nunca vem, por que não viver de fato? É extremamente difícil e impreciso negar o agora para lucrar um futuro que talvez venha, talvez não.
Despediçamos a vida em troca de nada. Se pararmos só um momento para uma reflexão mais apurada veremos que nem a vida vale coisa alguma, pois ela acaba. e tudo indica que o ciclo de vida em nosso planeta um dia acabará. Sendo verdade ou não, o certo é que só se vive uma vez.
Quem sabe o errado sou eu em ser um sujeito tão correto socialmente falando e certo estão os adeptos do Arcadismo. Carp diem!
MAGO DIÁFANO
Asabarcelri, 04/02/2009

MIL DIAS

MIL DIAS
.
Não, eu não te amo
Só quero viver a teu lado
Sonho calado
De cada um dos mortais
A imortalidade, se existir, é propriedade do Universo
Mas quero fingir neste verso
Que se abriram os portais
Não somos frialdade
Estamos imortais
Último segundo de lealdade
.
Não, eu não te amo
Pois todo amor é prisão
Temos que ser livres
Que as dores cicatrizam
Viva, não se prive
Neste mero livro de neve
Ninguém se atreve
A desvendar a charada da composição fractal
Calibre teatral de muitas libras
Ancestral descrito em gestos da LIBRAS
Não, eu já disse
.
Não peças jura
Tanto empenho na tortura
Trê peças no xadrez da usura
De um jogo sem lógica
Só quem ganha é Thanátos
Nem a qui nem na Bélgica
Se com sangue se banha
Neste último ato
sou ator do desacato
Em batalhas gladiais
.
A vida é de fato uma fagulha
Não há fadas, só agulha
A penetrar n'armadura
Vamos ver quanto dura
Essa sua paixão
Vou te contar um segredo
Já nem mais tenho chão
Detenho asas de Eros
Vou voar por mil dias
.
MAGO DIÁFANO
Asabarcelri, 05/02/2009

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

CHATURANGA

CHATURANGA
Chaturanga, pode ter sido esse o primeiro nome do jogo que conhecemos hoje por xadrez, teve outros nomes, como: axadrez e enxadrez em português (séc. XVI); ajedrez em espanhol (1250); shatranj em árabe; chatrang em persa e chaturanga no Hindustão.


HISTÓRICO:
Não se sabe ao certo onde nascera o jogo. Já atribuíram a gregos, romanos, babilônios, citas, egípcios, persas, chineses, árabes, castelhanos, irlandeses, galeses (País de Gales), e indianos (Hisdustão). É mais aceita a hipótese de ser esse último povo o criador.
No jogo chaturanga, a terminologia ANGA pode ser alusão as 4 armas de um exército indiano, que seriam: elefantes (torres), cavalos, bigas (bispos) e infantaria (peões). Eram 4 adversários que jogavam um por vez com um dado a indicar qual a peça a ser mexida.
mais tarde, realizou-se com duas duplas, com peças lado a lado, sem dados, e posteriormente pasou a ser 1 versus 1 com 16 peças para cada jogador. Da Índia o jogo migrou para a China, Coréia, Japão, Rússia, Escandinávia e Escócia.
Por volta de 531-579 penetrou na Pérsia com o nome modificado para Chaturang pelos persas e depois para Shatanj pelos árabes que difundiram o jogo na Europa por volta do séc IX a X. Primeiro na Espanha. Os bizantinos levaram para a Itália, de lá passou para a França. Desta foi transmitido para a Escandinávia e Inglaterra. No séc. XVIII é realizado no Brasil o primeiro torneio de xadrez.
COMO JOGAR XADREZ:
O xadrez possui 64 casas e 32 peças.
Cada jogador tem 16 peças, claras ou escuras.
o lado das claras inicia a partida.
Cada jogador só realiza uma jogada por vez.
Tipos de peças:
Há 6 tipos de peças: 2 torres, 2 cavalos, 2 bispos, 1 rainha, 1 rei e 8 peões para cada jogador.
Como arrumar:
Com o tabuleiro tendo por primeira coluna da esquerda a casa inicial de cor escura. Nessa sequência deve ser arrumado. Na primeira linha. De fora para dentro: torres, cavalos e bispos.
duas casas sobram e a rainha tem a preferência, sendo posta na casa de sua mesma cor, e o rei na outra.
Os peões ficam todos na linha seguinte.
Movimentação:
Torre:
Movimenata-se na posição oriental e vertical, podendo andar até a ponta do tabuleiro formando uma linha reta sempre. para facilitar a visulização, imagine-a no centro de uma grnde cruz que percorre o tabuleiro até suas extremidades, então no formato dessa cruz estão contidas as possóveis casas (ou quadrados) para onde ela poderá ir na jogada em questão. São no máximo, 14 possibilidades em jogo aberto.
Cavalo:
Costuma-se dizer que ele anda em L, mas, para melhor visualização, prefiro dizer que ele anda em V. ou melhor, imagine um ângulo reto (90 graus) quese faz com com 3 casas em qualquer direção.
Se preferir, imagine uam marreta com o cabo formado com 2 casas, a que ele se encontra sendo a primera ou base. A terceira casa com uma em cada extremidade.
Bispo:
Cada jogador terá 2 bispos, 1 em casa branca e 1 em casa preta. Para quem joga dama é mais fácil imaginar essa peça como uma dama naquele jogo, só que uma em cada cor de casa.
Movimenta-se na diagonal até as extremidades do tabuleiro em campo livre. Tem-se o máximo de 13 possíveis deslocamentos. Imagine-o no centro de um grande X. Essa peça jamais troca a cor da casa de início.
Rainha:
Essa é a maioral máquina de matar do jogo. Imagine um bispo e uma torre fundidos num só, eis a rainha. Imagine-a no centro de um X e de uma cruz ao mesmo tempo. Ou melhor, imagine-a no centro de uma estrela de 8 pontas se preferir.
Ela é a mais livre, pois movimenta-se em todas as direções que formarem linha reta; indo até as extremidades. No máximo são 27 os seus possíveis deslocamentos no centro do tabuleiro, em campo livre.
Rei:
O mais lerdo de todos os personagens, pois só anda 1 casa por vez. Anda em qualquer direção. Sendo 8 as suas máximas possibilidades de escolhas para o deslocar.
Peão:
Anda sempre para frente, a única peça impedida de voltar e que captura diferentemente da forma que anda. Anda como torre e captura como bispo; ou seja, se desloca em horizontal e somente captura em diagonal. Anda 2 casas no máximo somente no primeiro deslocamento de cada um dos seus 8 peões, sendo opcional a saída com 1 ou 2 casas.
REGRAS E JOGADAS:
Captura de peças:
Diferente de outros jogos, como dama e jogo da onça, no xadrez a captura de peça é realizada sem pular casa, pelo contrário, fica-se na casa da peça capturtada, exceção na am passant, descrita a diante.
Objetivo do jogo:
O principal objetivo do jogo consiste no encurralamento do rei adversário, dando o xeque-mate, que significa que o rei morreu. Daí, o jogo é vencido por aquele que der o xeque-mate.
Xeque-mate:
É deixar o rei adversário ameaçado de todos os modos que não tenha jogada possível para o adversário se livrar. Logo, o jogo termina.
Xeque:
Xeque é quando o rei se vê ameaçado, ou seja; o rei fica na linha de tiro de alguma possível peça, por exemplo: ficando em ãngulo reto com a rainha. É obrigatório então, encobrí-lo, pondo uma peça a sua frente ou tirando-o do local.
Os reis nunca encostam um no outro, pois seria xeque dos dois ao mesmo tempo; o que não existe.
Rock:
É uma jogada feita em que o rei anda duas casas para o lado e a torre pula uma casa sobre ele. Só pode ser feito em condições espeiais: se o rei não estiver em xeque nem ficar em xeque ao passar a casa para a realização da jogada. Se a torre em questão não tiver sido movimentada nem o rei saído do canto, e nem estiver a torre ameaçada. (Rock é o nome da torre em Inglês).
Am passant:
Quando o peão anda 2 dasas na saída para não ser capturado pelo adversário, que o faria se ele andasse 1 só, então o adversário captura como se o peão estiovesse andado 1 só casa.
Cavalo:
O cavalo é a única peça que pula sobre as outras, exceto na jogada rock em que a torre pula sobre o rei. Essa peça só captura a apeça na última casa do V.
Peão transformado:
O peão, quando chega na primeira fileira do adversário, ou última sua; transforma-se em qualquer peça exceto rei.
Defeito:
O defeito do xadrez está justamente em não se poder marcar esses peões, impossobilitando um jogo 10 cavalos, bispos e torres ou 9 rainhas.
Conserto e novo defeito:
No computador é possível, mas, em alguns jogos de xadrez virtual só é possível fazer rainhas. Se quizer fazer um cavalo, por exemplo, não é possível. Isso é um grande defeito.
Valor de peça:
Cada peça tem um valor agregado que varia em cada região ou campeonato. Vão aí as aproximações.
Rainha: 10 ou 9
Torre: 4 ou 5
Cavalo: 3
Bispo: 3
Peão: 1
Rei: jogo todo
Relógio:
É comum usar relógio em campeonato com o mesmo tempo para cada jogador, que se ultrapassar perde.
MAGO DIÁFANO
Asabarcelri, 08/02/2009