Temer na cadeia Aécio na cadeia

Temer na cadeia Aécio na cadeia
Copiem e colem em seus perfis

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

ARQUIVO PÚBLICO DE PACOTI

ARQUIVO PÚBLICO DE PACOTI

Ontem, 09/02/2009 foi assinado pelo prefeito de Pacoti, Rômulo Cruz Gomes, o projeto de lei para a criação do Arquivo Público municipal da cidade em uma reunião com Francisco Levi Jucá, presidente da SEMPRE.

A SEMPRE é uma associação sem fins lucrativos criada com o intuito de realizar alguns projetos culturais, como: a implementação de um Museu, ideia de José Aroldo Gonzaga Arruda Filho, a elaboração de um livro didático sobre o Município de Pacoti, idealizado e pesquisado por Maria Rosimar Brito Arruda, entre outros que visam o resgate histórico e valorização cultural da história local. 

O principal objetivo da SEMPRE foi a criação do próprio Arquivo Público, ambos idealizados e criados por José Aroldo Gonzaga Arruda Filho, objetivo cumprido com o projeto de lei criado Por José Aroldo Gonzaga Arruda Filho, Maria Rosimar Brito Arruda e Francisco Levi Jucá Sales.

Algumas vantagens de um Arquivo: criação de alguns empregos diretos, uma nova área para pesquisa não só do município como do Maciço de Baturité, pois receberemos documentos sobre a Serra atualmente sobre a guarda do Arquivo Estadual em Fortaleza (rua Senador Pompeu com rua Senador Alencar), propagação do município, pois será o primeiro Arquivo Público do interior criado no Nordeste, consequentemente, elevação do turismo, o que gera empregos indiretos.

Já é uma primeira vitória do SEMPRE- Segmento dos Estudiosos do Patrimônio Regional.
AROLDO FILHO
Criador e idealizador da SEMPRE, do Arquivo Público de Pacoti e do Jornal Delfos, do qual é presidente.
Pacoti-Ceará,10/02/2009

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

REFORMA FONÉTICA

REFORMA FONÉTICA
Devemos melhorar o idioma brasileiro naforma escrita para facilitar o acesso à leitura e não para exaltar o ínfimo país Purtugau a fim de ser a língua mais falada. Isso é ilusão, uma abstração teatral dessa era de estadunização, ou estadunization, do mundo.
Que adianta acrescentar K, W e Y? 3 letras confusas que só dificultam as coisas? Mudar a estrutura das palavras superficialmente é babaquice. O que se deve é facilitar o idioma na forma fonética. Como, por exemplo: fazer S ter som de S e nunca de Z.
As reformas que eu faria:
Dígrafos:
SS, RR,LH, NH e CH saem.
No lugar de LH um simples LI ou LL como no Español.
NH substituído por Ñ español ou GN francê.
RR seria simplesmente R, para tanto o som "rá" (tremido) seria diferenciado do som "rrá" (arrastado).
O som "rá" reprensetado por e o "rrá" por H, como no Español e no English.
SS sendo apenas S, saindo o Ç do idioma e o Z assumindo dempre o seu lugar de direito.
CH passa a ser X em todas as vezes.
H:
H só será visto na forma do som de RR, mesmo no começo da palavra. Como: Hátor.
As palavras que portam o H mudo o perdem, como: HÁ que passaria ser simplesmente A.
G e J:
Para a confusão dessas letras acabarem é simples: onde for som JI, como em jade, se emprega o J e onde for som de GUI, se usa o G. Para isso, o GU como em guia, sumiria a letra U por faltar necessidade fonética.
Q:
Não há necessidade dessa letra ecistir. em seu lugar temos o C. No caso, QUEM seria CEM, sem o uso do U quando não for pronunciado.
X:
Essa é uma letra sobrecarregada.
ÊXTASE é uma palavra que não mudaria a vocalização se fosse escrito com S.
SINTAXE, essa seria escrita assim: "SINTÁCISE". Parece horrível, eu sei. Mas, se a pronúncia é essa, por que não escrevê-lo? Qual o problema?
XÍCARA é um caso perfeito do emprego real do X, o mesmo som que se confunde com CH, por isso o CH sairia e sempre seria X em seu lugar e não em outro. Ou seja, jamais se usaria essa letra quando um simples S resolvesse, ou um C, SC, CS.
C,S,D e B mudos:
Não há por que o C, S, D e B mudos continuarem assim, sempre receberão a letra I para acompanhar, antes ou depois, dependendo da necessidade:
E:
O E acentuado sumiria.
Onde fosse som de I se empregaria I, inclusive na letra solta, como no Italiani.
L e U:
Pra que L com som de U? Logo, onde o som for de U, que se ponha a letra correta.
M e N:
Antes de P, B ou qualquer outra que sempre o M, e também sempre no fim das palavras, sem exceção.
N só no começo da palavra e quando o M não puder substituí-lo, como em Ana.
Acentuação:
A acentuação poderia ser optativa; bota acento quem quiser.
Essas simseriam reformas de vergonha que corrigiriam o defeito entre grafia e sonoridade, ou fonema e escrita como preferirem os professores de Purtuguês. Nosso idioma não é Purtuguês de Purtugau e sim Brasileiro, composto de uma mescla muito extensa de povos nativos e migrantes dos quais somos descendentes.
Os purtugueses não são nossos únicos ancestrais. Não lhes devemos nada. Chega de europeización e purtugalização! Aposto que o purtuguês falado em cada país da África "purtuguesa" é diferente entre si, do nosso e do de Purtugau.
Um idioma forte não se faz só por quantidade de gente que o fale, quanto mais simples a forma mais fácil aprendê-lo. O idioma, assim como outros aspectos da cultura dominante, é forçadamente absorvido pleos fracos em nós, os fracos, no caso o Brasil, por fatores econômicos que geram em nós, os fracos, uma auto-estima tão ínfima quanto o tamanho de Purtugau.
Por causa dessa subjugação econômica, buscamos refúgios bóbus como a imitação de determinados aspectos que nos faz aparecer bobos, pois o somos. E somos palhaços, bobos da corte quando servimos aos snobs da "nobreza podre".
A nossa identidade se perde quando se pensa como Alencar, Machado de Assis e tantos outros, como os modernistas em que "temos que inventar o Brasil". Não, não temos que inventar o que existe, e sim que inverter certos valores como a moda induzida do eurocentrismo Italiani, Español, English, Francê e Purtuguês, e do restante.
Podemos ser originais uma vez na vida? Por que não adequar só quando for de forma racional? Não seria o correto?
MAGO DIÁFANO
Asabarcelri, 04/02/2009

NOVA ERA

NOVA ERA
Não são as invenções que transformam o mundo, são os homens que mudam. Essas divisão histórica é uma grande fraude.
A Idade Méida é agora, hoje. A luz elétrica não é aquilo que deu vida ao novo pensamento, pelo contrário, muitos dos antigos estavam além da nossa juventude tecnóloga em compreensão do real.
Se acabar a luz artificial, morrerão os livre-pensadores? Negativo. Continuarão vivos, pois as invenções não os criaram, eles é que entenderam as idéias e as tranfiguraram para projetos arquitetônicos.
Mesclar, essa palavra define o homem. todavia, não significa que sejamos a junção de todas as coisas, pois é ridícula a suposição. Até nossas idéias deságuam na junção, é só lembrar da teoria do Big-bang, em que a cabeça de um alfinete continha os elementos universais; que proposição terrível!
Somos grandes sintetizadores, mas também analistas. E nesse processo de síntese e análise é que se tornam possíveis as comparações racionais no intuito da engenharia de leis gerais específicas para que se compreenda a engrenagem complexa da vida.
O engendramento dos elementos cosmológicos só tem importância por existirmos seres pensantes, mais que isso, o importante é a vida.
E para manter a vida em nosso planeta é necessário seguir as leis naturais independentes de nós. Não somos livres em momento algum, a liberdade não existe.
Somos uma incógnita de teimosia, remamos contra a maré. Estamos sempre querendo aquilo que nos é negado. Por quê?
Para que tanta luta em prol de alçar o desconhecido se o tememos tanto? Veja a pena desperdiçar tantos neurônios em questões aparentemente intermináveis?
Pode até não valer a pena, pois é justamente o temor da morte que nos faz tão ferozes, tanto em se tratando de Religião, como de Filosofia, quanto na Ciência.
Os cientistas temem tanto a morte quanto os filósofos e religiosos, a diferença está no caminho percorrido para livrar-se do medo.
A Religião manipula a mente com fantásticas abstrações do real, a filosofia dá um passo a frente quando tenta entender o funcionamento das coisas e a Ciência tenta tocar tudo o que vê, destruindo tudo o que toca para reconfigurar e ser aclamada como a salvadora.
Não está na ora de pararmos essa busca por uma dita salvação que não passa de suposição? se ela nunca vem, por que não viver de fato? É extremamente difícil e impreciso negar o agora para lucrar um futuro que talvez venha, talvez não.
Despediçamos a vida em troca de nada. Se pararmos só um momento para uma reflexão mais apurada veremos que nem a vida vale coisa alguma, pois ela acaba. e tudo indica que o ciclo de vida em nosso planeta um dia acabará. Sendo verdade ou não, o certo é que só se vive uma vez.
Quem sabe o errado sou eu em ser um sujeito tão correto socialmente falando e certo estão os adeptos do Arcadismo. Carp diem!
MAGO DIÁFANO
Asabarcelri, 04/02/2009

MIL DIAS

MIL DIAS
.
Não, eu não te amo
Só quero viver a teu lado
Sonho calado
De cada um dos mortais
A imortalidade, se existir, é propriedade do Universo
Mas quero fingir neste verso
Que se abriram os portais
Não somos frialdade
Estamos imortais
Último segundo de lealdade

Não, eu não te amo
Pois todo amor é prisão
Temos que ser livres
Que as dores cicatrizam
Viva, não se prive
Neste mero livro de neve
Ninguém se atreve
A desvendar a charada da composição fractal
Calibre teatral de muitas libras
Ancestral descrito em gestos da LIBRAS

Não, eu já disse
Não peças jura
Tanto empenho na tortura
Trê peças no xadrez da usura
De um jogo sem lógica
Só quem ganha é Thanátos
Nem a qui nem na Bélgica
Se com sangue se banha
Neste último ato
sou ator do desacato

Em batalhas gladiais
A vida é de fato uma fagulha
Não há fadas, só agulha
A penetrar n'armadura
Vamos ver quanto dura
Essa sua paixão
Vou te contar um segredo
Já nem mais tenho chão
Detenho asas de Eros
Vou voar por mil dias

MAGO DIÁFANO
Asabarcelri, 05/02/2009

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

CHATURANGA

CHATURANGA
Chaturanga, pode ter sido esse o primeiro nome do jogo que conhecemos hoje por xadrez, teve outros nomes, como: axadrez e enxadrez em português (séc. XVI); ajedrez em espanhol (1250); shatranj em árabe; chatrang em persa e chaturanga no Hindustão.


HISTÓRICO:
Não se sabe ao certo onde nascera o jogo. Já atribuíram a gregos, romanos, babilônios, citas, egípcios, persas, chineses, árabes, castelhanos, irlandeses, galeses (País de Gales), e indianos (Hisdustão). É mais aceita a hipótese de ser esse último povo o criador.
No jogo chaturanga, a terminologia ANGA pode ser alusão as 4 armas de um exército indiano, que seriam: elefantes (torres), cavalos, bigas (bispos) e infantaria (peões). Eram 4 adversários que jogavam um por vez com um dado a indicar qual a peça a ser mexida.
mais tarde, realizou-se com duas duplas, com peças lado a lado, sem dados, e posteriormente pasou a ser 1 versus 1 com 16 peças para cada jogador. Da Índia o jogo migrou para a China, Coréia, Japão, Rússia, Escandinávia e Escócia.
Por volta de 531-579 penetrou na Pérsia com o nome modificado para Chaturang pelos persas e depois para Shatanj pelos árabes que difundiram o jogo na Europa por volta do séc IX a X. Primeiro na Espanha. Os bizantinos levaram para a Itália, de lá passou para a França. Desta foi transmitido para a Escandinávia e Inglaterra. No séc. XVIII é realizado no Brasil o primeiro torneio de xadrez.
COMO JOGAR XADREZ:
O xadrez possui 64 casas e 32 peças.
Cada jogador tem 16 peças, claras ou escuras.
o lado das claras inicia a partida.
Cada jogador só realiza uma jogada por vez.
Tipos de peças:
Há 6 tipos de peças: 2 torres, 2 cavalos, 2 bispos, 1 rainha, 1 rei e 8 peões para cada jogador.
Como arrumar:
Com o tabuleiro tendo por primeira coluna da esquerda a casa inicial de cor escura. Nessa sequência deve ser arrumado. Na primeira linha. De fora para dentro: torres, cavalos e bispos.
duas casas sobram e a rainha tem a preferência, sendo posta na casa de sua mesma cor, e o rei na outra.
Os peões ficam todos na linha seguinte.
Movimentação:
Torre:
Movimenata-se na posição oriental e vertical, podendo andar até a ponta do tabuleiro formando uma linha reta sempre. para facilitar a visulização, imagine-a no centro de uma grnde cruz que percorre o tabuleiro até suas extremidades, então no formato dessa cruz estão contidas as possóveis casas (ou quadrados) para onde ela poderá ir na jogada em questão. São no máximo, 14 possibilidades em jogo aberto.
Cavalo:
Costuma-se dizer que ele anda em L, mas, para melhor visualização, prefiro dizer que ele anda em V. ou melhor, imagine um ângulo reto (90 graus) quese faz com com 3 casas em qualquer direção.
Se preferir, imagine uam marreta com o cabo formado com 2 casas, a que ele se encontra sendo a primera ou base. A terceira casa com uma em cada extremidade.
Bispo:
Cada jogador terá 2 bispos, 1 em casa branca e 1 em casa preta. Para quem joga dama é mais fácil imaginar essa peça como uma dama naquele jogo, só que uma em cada cor de casa.
Movimenta-se na diagonal até as extremidades do tabuleiro em campo livre. Tem-se o máximo de 13 possíveis deslocamentos. Imagine-o no centro de um grande X. Essa peça jamais troca a cor da casa de início.
Rainha:
Essa é a maioral máquina de matar do jogo. Imagine um bispo e uma torre fundidos num só, eis a rainha. Imagine-a no centro de um X e de uma cruz ao mesmo tempo. Ou melhor, imagine-a no centro de uma estrela de 8 pontas se preferir.
Ela é a mais livre, pois movimenta-se em todas as direções que formarem linha reta; indo até as extremidades. No máximo são 27 os seus possíveis deslocamentos no centro do tabuleiro, em campo livre.
Rei:
O mais lerdo de todos os personagens, pois só anda 1 casa por vez. Anda em qualquer direção. Sendo 8 as suas máximas possibilidades de escolhas para o deslocar.
Peão:
Anda sempre para frente, a única peça impedida de voltar e que captura diferentemente da forma que anda. Anda como torre e captura como bispo; ou seja, se desloca em horizontal e somente captura em diagonal. Anda 2 casas no máximo somente no primeiro deslocamento de cada um dos seus 8 peões, sendo opcional a saída com 1 ou 2 casas.
REGRAS E JOGADAS:
Captura de peças:
Diferente de outros jogos, como dama e jogo da onça, no xadrez a captura de peça é realizada sem pular casa, pelo contrário, fica-se na casa da peça capturtada, exceção na am passant, descrita a diante.
Objetivo do jogo:
O principal objetivo do jogo consiste no encurralamento do rei adversário, dando o xeque-mate, que significa que o rei morreu. Daí, o jogo é vencido por aquele que der o xeque-mate.
Xeque-mate:
É deixar o rei adversário ameaçado de todos os modos que não tenha jogada possível para o adversário se livrar. Logo, o jogo termina.
Xeque:
Xeque é quando o rei se vê ameaçado, ou seja; o rei fica na linha de tiro de alguma possível peça, por exemplo: ficando em ãngulo reto com a rainha. É obrigatório então, encobrí-lo, pondo uma peça a sua frente ou tirando-o do local.
Os reis nunca encostam um no outro, pois seria xeque dos dois ao mesmo tempo; o que não existe.
Rock:
É uma jogada feita em que o rei anda duas casas para o lado e a torre pula uma casa sobre ele. Só pode ser feito em condições espeiais: se o rei não estiver em xeque nem ficar em xeque ao passar a casa para a realização da jogada. Se a torre em questão não tiver sido movimentada nem o rei saído do canto, e nem estiver a torre ameaçada. (Rock é o nome da torre em Inglês).
Am passant:
Quando o peão anda 2 dasas na saída para não ser capturado pelo adversário, que o faria se ele andasse 1 só, então o adversário captura como se o peão estiovesse andado 1 só casa.
Cavalo:
O cavalo é a única peça que pula sobre as outras, exceto na jogada rock em que a torre pula sobre o rei. Essa peça só captura a apeça na última casa do V.
Peão transformado:
O peão, quando chega na primeira fileira do adversário, ou última sua; transforma-se em qualquer peça exceto rei.
Defeito:
O defeito do xadrez está justamente em não se poder marcar esses peões, impossobilitando um jogo 10 cavalos, bispos e torres ou 9 rainhas.
Conserto e novo defeito:
No computador é possível, mas, em alguns jogos de xadrez virtual só é possível fazer rainhas. Se quizer fazer um cavalo, por exemplo, não é possível. Isso é um grande defeito.
Valor de peça:
Cada peça tem um valor agregado que varia em cada região ou campeonato. Vão aí as aproximações.
Rainha: 10 ou 9
Torre: 4 ou 5
Cavalo: 3
Bispo: 3
Peão: 1
Rei: jogo todo
Relógio:
É comum usar relógio em campeonato com o mesmo tempo para cada jogador, que se ultrapassar perde.
MAGO DIÁFANO
Asabarcelri, 08/02/2009

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

MÉTODO DELFOS

MÉTODO DELFOS

As principais técnicas para um administrador prevê o futuro são:

1. Análise de séries temporais
2. Projeções derivadas
3. Relações causais
4. Pesquisas de opinião e atitudes
5. Método Delfos

1. Análise de séries temporais: consiste em identificar os dados que se repetiram no passado em determinado período, por meio de gráficos. Assim, faz-se projeções, por exemplo: mês em que há mais casamentos, nascimentos ou vendas de veículos.

É possível fazer projeções para 10 anos tomando por base a década passada, podendo-se afirmar qual será o gosto musical de tal país, distribuição de religiões ou composições etárias. Como muitas projeções não se confirmam, esse não é o mais indicado.

2. Projeções derivadas: consiste em identificar associações entre duas variáveis, como aumento de renda populacional e elevação na venda de alguns produtos, acidentes de trânsito e as horas do dia e regiões.

Serve para planejamento sobre policiamento nas ruas, feiras de móveis ou produtos que devem ser expostos num supermercado.

3. Relações causais: consiste em identificar regularidades de comportamento, ou o que provoca determinado acontecimento. Poe exemplo: a cada 10 clientes que adentram a loja 2 compram.

Pode o gerente de vendas, portanto, planejar 10 contatos para efetuar 2 vendas.

4. Pesquisas de opinião e atitudes: consiste em identificar tendências do presente e fazer projeções por meio de indicadores de julgamento. Têm alta probabilidade de acerto.

Como exemplo, a pesquisa eleitoral.

5. Método Delfos: Pesquisa de opinião com um grupo de especialistas num determinado assunto em que são realizadas várias rodadas. A cada nova rodada eles são informados do resultado anterior.

É usado com bastante frequência para previsões tecnológicas.

Esse método se chama Delfos em homenagem a cidade onde ficava o oráulo de Apolo, deus sol da mitologia grega, que tinha por característica prever o futuro. Por essa razão, o santuário da cidade de Delfos era o mais visitado.

MAGO DIÁFANO
Asabarcelri, 28/01/2009

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

EFEITO DOPLER

Um trem parado tocando sua sineta faz ondas sonoras elípticas perfeitas, mas tocando a mesma sineta em movimento as ondas se contraem e se esticam.

Esse efeito para a luz também é válido. As ondas contraídas formam o tom azu e as esticadas formam a cor vermelha.

Quanto mais loge está uma estrela ou uma galáxia mais avermelhada é sua cor.

Mas para perto não se percebe o efeito dopler. isso prova que o Universo está em expansão para aqueles que acreditam no big-bang, chamado por Carl Sagan de mito moderno da ciência.

No big-bang toda a matéria do Cosmo estaria condensada em algo menor que a cabeça de um alfinete, até que um dia explodiu e não parou mais de crescer. Mas nem todos os cosmólogos acreditam nessa teoria, nem no buraco de minhoca.

Não se sabe se o Universo é aberto ou fechado, finito ou infinito, ou mesmo se é Universo ou Multiverso.

Outra questão difícil para nós é a quarta dimensão, são dá para explicar isso de forma compreensível e se acrescentarmos outras dimensões fica duplamente complexa a questão para cada uma que se acrescenta. Será que essas dimensões existem mesmo? Como provar?

MAGO DIÁFANO

Asabarcelri, 28/01/2009

domingo, 18 de janeiro de 2009

PANORAMIX

PANORAMIX

A SOCIEDADE DO OURO

A História serve ao poder como um garçom a um bom cliente, lhe dá a melhor taça, vinho e espumante da adega, ouvindo as frases tortas emanadas da loucura dessa bêbada infame, permitindo-lhe até mesmo uma alcova de luxo só apresentada aos de mais elevada categoria, proporcionando-lhe requintes particulares, como: ocultar todos os seus podres, mentir para os seus adversários e permitir que ele coma 99% do bolo que deveria saciar a fome de todos os hóspedes e fregueses.

Ela não deveria agir assim, entretanto, não se entra e permanece pelos próprios méritos nas páginas de livros didáticos, pois, se assim fosse, só contaríamos a vida daqueles que proliferam aquilo que entendemos por bondade, um adjetivo muito amplo que troca de forma de acordo com a interpretação coletiva dos que detém o domínio supremo.

Está cada vez mais claro que não há os bonzinhos e os maus em se tratando de povos e sim aqueles que contam, os que escutam e transmitem, acreditando talvez no que é proliferado, o sujeito de quem se fala e os que têm consciência para não acreditar piamente em versões isoladas, mas em possibilidades que descartam crenças, adotando estatísticas de realidade pegando por base o empirismo racional acadêmico.

A História tem muitos cabrestos por que quem a conta está arraigado em cultura manipuladora. Todos nós sofremos lavagem cerebral ao longo da vida uma vez que é necessário para o próprio aprendizado.

Não me entendam mal, caros leitores, não disse que é uma coisa boa, pois sabemos que o significado de bondade é impreciso, e além disso, como dizer qual cultura é a melhor ou se o mais racional é permanecer sem cultura?

A cultura é importante para estabelecer as relações de poder. As culturas dominantes apagam as menores, as maquiam, tornando-as menos atraentes, inventando-lhes padrões falsos de perspectivas mentirosas que se arraigam em nossa mente como fato.

Somos induzidos a pensar tudo o que se passa em nosso cérebro por fatores dominantes, a própria natureza se encarrega de manter o forte vivo. No caso específico da humanidade, a força maior se chama sapiência.

Contudo, não é admissível pensar em uma cultura como superior ou inferior a outras, nenhum homem detém tal genialidade como sempre se afirmou, a genialidade é só um dos tantos aspectos de lavagem cerebral que sofremos.

O ruim é que não há aprendizado sem lavagem cerebral. Entenda-me, não digo método de tortura, contudo, é torturante destruir, por exemplo, todos os seus ídolos e a sua própria noção de identidade, convença-me do contrário que mudarei os meus versos e todas as minhas aspirações.

Hoje travaremos uma luta com os celtas em detrimento do Império Romano, ou a charmosa Itália se preferirem.

Comecemos com um aspecto que é muito conhecido de tais povos, eles eram briguentos, ferozes, verdadeiras bestas para César, ou assim parecia de acordo com o que Júlio contaria. Outro aspecto é que eram loucos por vinho. Será que eram alcoólatras, quem sabe? Eu penso que há uma possibilidade, apesar de não produzires o próprio vinho.

Então, como conseguiam beber tanto se não produziam, eles se vendiam a Roma em batalhas alheias como guerreiros mercenários, ou será que roubavam? Mas roubar de quem, se eram o maior povo da Europa? Não, eles compravam com moeda de ouro, prata e cobre.

Moedas em mãos celtas, mas como se eles eram pobres? Mas as moedas deles não tinham a figura de nenhum kaiser, como é possível, eles cunhavam? E de onde tiravam os metais? E havia ferreiros entre eles? Os bárbaros detinham conhecimento para tanto?

Pelo menos os bárbaros celtas possuíam, ferreiros, metalúrgicos, mineradores e comerciantes, segundo a série “OS BÁRBAROS” apresentada na T.V. Escola no ano de 2009, em janeiro. Os historiadores nessa série afirmam que os gauleses foram invadidos pelos romanos por que Júlio César estava a fim de tomar ouro, e tomou tanto que o metal caiu 3 vezes de preço.

Alegando proteger a Gália de Vercingetórix dos Elfécios (Helvetii: tribo formada em suma por crianças, idosos e mulheres que também era celta e queria chegar a Gália para entrar na sociedade que os celtas tinham e foram massacrados sem razão pelas tropas de Caio Júlio César), Roma os tritura e depois escraviza um milhão (1000.000) e mata outro (1.000.000) dos dez milhões (10.000.000) de gauleses (povo celta precursor dos franceses, último povo a ser dominado na Europa com Vercingetórix, uma batalha que inspira Goscinny e Uderzo a criarem Asterix. Segundo Pedro Bandeira, autor brasileiro de livros infantis e juvenis, o ultimo povo a entrar no domínio romano teria sido o lusitano, comandado por Viriato, no séc. 2a.C., em 139 Quintus Servilius Scipião envia um emissário para um acordo de paz e compra os homens de confiança de Viriato, os traidores: Audas, Ditalco e Minouro. Os três dão um jeito de assassinar Viriato o chefe lusitano, onde hoje se encontra Portugal. Encontre isso na revista “AVENTURAS NA HISTÓRIA” da editora Abril, na 1a edição de fevereiro de 2007. Em edição especial sobre ROMA. E além de prender O líder, Vercingetórix o mata em praça pública enforcado.

O avanço tecnológico não deriva da genialidade humana, pois gênios não existem e sim pessoas muito inteligentes e nesse âmbito se encontram os celtas; que possuíam um calendário complicado, que não, sendo entendido em sua plenitude ainda pelos cientistas, acredita-se propor os locais onde estariam o sol, separando assim as estações do ano e sendo mais preciso que os computadores de hoje em dia, servindo tanto para o passado como para o presente e até mesmo para o futuro, formando um calendário anual lunar .
As primeiras estradas foram construídas para transporte com rodas pelos celtas e assim como as moedas são pré-romanas, existiam pelo menos doze (12) cidades maiores de aproximadamente cinco quilômetros (5km), existiam centenas delas.

As mulheres eram tratadas melhor que em Roma, podiam inclusive subir de classe por méritos próprios, uma delas foi enterrada dentro de uma jarra de vinho gigante que teria sido transportada pelos Alpes até a Gálea, é a maior já encontrada pelos arqueólogos, sendo enterrada com carroça e tudo. O que demonstra um enorme esbanjamento de poder. Na Irlanda, as mulheres poderiam divorciar-se se o marido fosse brocha, infértil ou batesse nela, levando de volta tudo o que tinha antes do casamento.

A instrução escrita dos celtas se inicia com Vercingetórix, mas só produziram livros após a morte da mulher da jarra de vinho de prata gigante, antes eles só contavam suas histórias pelo método da oratória (história oral).

Foram os celtas que introduziram metais na Europa, cerca de 700 toneladas só de ouro, em cerca de 400 sítios, mais de 250 sítios de exploração só na Gálea; o que desperta o interesse Império dos kaiseres ou czares ou césares (kaiser: um deus sol asiático chamado kaiser que dá origem ao czar, César ou Kaiser;ou seja, pessoas se apossavam desse título para se dizerem deuses, o próprio deus-sol. Talvez existissem deuses e emissários em todos os povos, quem sabe? No caso do celtas existiam muitos como Belenos, Tutátis e Palas, [Palas vira na Itália a deusa Palas-Atena, ou a mesma Atenas, Atenai {deusa do egito, filha do deus-sol Amon, Rá, Krepi ou Aton}] atenea, Minerva ou Eureka ) para saldar as imensas dívidas de Roma, daí a Gálea ser invadida.

Nessa sociedade de ricos comerciantes e guerreiros ferozes fabricavam-se e vendia armas e jóias vendidas na África e em Roma. A sociedade celta era maior que a romana. Existiam taxas por danos a outros e, enquanto Roma jogava suas crianças indesejáveis no lixo, elas eram cuidadas por um parente na sociedade celta e se não fosse parente tal pessoa se tornava herdeira da família por cuidar da criança. Os religiosos ou melhor, druidas, cuidavam da instrução das crianças, nas estórias de Asterix, o gaulês, os bardos cuidavam também dessa parte, principalmente no quesito arte, como o personagem Chatotorix.

Suas estradas não tinham grandes rodovias que convergissem a um centro, pois não existia tal centro, nenhum líder mandaria muito mais que o outro, a igualdade predominava nessa sociedade, talvez seja o que mais se aproxime de comunismo, além das sociedades ditas indígenas.

Por que então, Roma seria onde habitaria os não-bárbaros, os não-bruxos, os não-piratas, os não-maus, etc? Simplesmente por que parte da História é contada pelas anotações de Caio Júlio César, e talvez por isso ele seja o mais importante dos imperadores, ele era escritor.
Se você quer um lugarzinho na História faça com que alguém conte suas aventuras e desventuras, mas se você deseja ser figura permanente, escreva e escreva bem!

AROLDO FILHO
Pacoti-Ceará, 18/01/200915h e 50 min.