Temer na cadeia Aécio na cadeia

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Copiem e colem em seus perfis

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

REFORMA FONÉTICA

REFORMA FONÉTICA
Devemos melhorar o idioma brasileiro naforma escrita para facilitar o acesso à leitura e não para exaltar o ínfimo país Purtugau a fim de ser a língua mais falada. Isso é ilusão, uma abstração teatral dessa era de estadunização, ou estadunization, do mundo.
Que adianta acrescentar K, W e Y? 3 letras confusas que só dificultam as coisas? Mudar a estrutura das palavras superficialmente é babaquice. O que se deve é facilitar o idioma na forma fonética. Como, por exemplo: fazer S ter som de S e nunca de Z.
As reformas que eu faria:
Dígrafos:
SS, RR,LH, NH e CH saem.
No lugar de LH um simples LI ou LL como no Español.
NH substituído por Ñ español ou GN francê.
RR seria simplesmente R, para tanto o som "rá" (tremido) seria diferenciado do som "rrá" (arrastado).
O som "rá" reprensetado por e o "rrá" por H, como no Español e no English.
SS sendo apenas S, saindo o Ç do idioma e o Z assumindo dempre o seu lugar de direito.
CH passa a ser X em todas as vezes.
H:
H só será visto na forma do som de RR, mesmo no começo da palavra. Como: Hátor.
As palavras que portam o H mudo o perdem, como: HÁ que passaria ser simplesmente A.
G e J:
Para a confusão dessas letras acabarem é simples: onde for som JI, como em jade, se emprega o J e onde for som de GUI, se usa o G. Para isso, o GU como em guia, sumiria a letra U por faltar necessidade fonética.
Q:
Não há necessidade dessa letra ecistir. em seu lugar temos o C. No caso, QUEM seria CEM, sem o uso do U quando não for pronunciado.
X:
Essa é uma letra sobrecarregada.
ÊXTASE é uma palavra que não mudaria a vocalização se fosse escrito com S.
SINTAXE, essa seria escrita assim: "SINTÁCISE". Parece horrível, eu sei. Mas, se a pronúncia é essa, por que não escrevê-lo? Qual o problema?
XÍCARA é um caso perfeito do emprego real do X, o mesmo som que se confunde com CH, por isso o CH sairia e sempre seria X em seu lugar e não em outro. Ou seja, jamais se usaria essa letra quando um simples S resolvesse, ou um C, SC, CS.
C,S,D e B mudos:
Não há por que o C, S, D e B mudos continuarem assim, sempre receberão a letra I para acompanhar, antes ou depois, dependendo da necessidade:
E:
O E acentuado sumiria.
Onde fosse som de I se empregaria I, inclusive na letra solta, como no Italiani.
L e U:
Pra que L com som de U? Logo, onde o som for de U, que se ponha a letra correta.
M e N:
Antes de P, B ou qualquer outra que sempre o M, e também sempre no fim das palavras, sem exceção.
N só no começo da palavra e quando o M não puder substituí-lo, como em Ana.
Acentuação:
A acentuação poderia ser optativa; bota acento quem quiser.
Essas simseriam reformas de vergonha que corrigiriam o defeito entre grafia e sonoridade, ou fonema e escrita como preferirem os professores de Purtuguês. Nosso idioma não é Purtuguês de Purtugau e sim Brasileiro, composto de uma mescla muito extensa de povos nativos e migrantes dos quais somos descendentes.
Os purtugueses não são nossos únicos ancestrais. Não lhes devemos nada. Chega de europeización e purtugalização! Aposto que o purtuguês falado em cada país da África "purtuguesa" é diferente entre si, do nosso e do de Purtugau.
Um idioma forte não se faz só por quantidade de gente que o fale, quanto mais simples a forma mais fácil aprendê-lo. O idioma, assim como outros aspectos da cultura dominante, é forçadamente absorvido pleos fracos em nós, os fracos, no caso o Brasil, por fatores econômicos que geram em nós, os fracos, uma auto-estima tão ínfima quanto o tamanho de Purtugau.
Por causa dessa subjugação econômica, buscamos refúgios bóbus como a imitação de determinados aspectos que nos faz aparecer bobos, pois o somos. E somos palhaços, bobos da corte quando servimos aos snobs da "nobreza podre".
A nossa identidade se perde quando se pensa como Alencar, Machado de Assis e tantos outros, como os modernistas em que "temos que inventar o Brasil". Não, não temos que inventar o que existe, e sim que inverter certos valores como a moda induzida do eurocentrismo Italiani, Español, English, Francê e Purtuguês, e do restante.
Podemos ser originais uma vez na vida? Por que não adequar só quando for de forma racional? Não seria o correto?
MAGO DIÁFANO
Asabarcelri, 04/02/2009

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